A ampulheta é uma das formas mais antigas de medir o tempo. Neste blog virei minha ampulheta de cabeça para baixo e a comunicação entre suas âmbulas, por meio da passagem da areia, agora me fazem reviver momentos de um passado não muito longínquo. A transitoriedade expressa neste pequeno instrumento faz de mim, neste momento, memória de mim mesma na árdua tarefa de inventariar lembranças. A minha ampulla (como os romanos a chamavam) me mostra, a cada grão de areia, os últimos quatro anos de minha vida: meus anos neste universo que é a Universidade Federal de Alagoas.

Livros

"Um livro deve ser o machado que quebra o mar gelado em nós" (KAFKA)


  • "A Guerra do Fim do Mundo", Mario Vargas Llosa. ("É maravilhoso e surpreendente! Uma história que todos achamos que conhecemos, mas que Llosa conseguiu brilhantemente recontar. Recomendo!);


  • "A Metamorfose", Franz Kafka. (Sou suspeita para falar, ADORO Kafka, mas vale a pena ver um de seus incríveis livros);


  • "Carta ao pai", Franz Kafka. (Choro a cada linha);



  • "Elogio da Loucura", Erasmo de Rotterdam. (Acabei de ler este e estou encantada com esta releitura da loucura em nossa sociedade, recomendo);


  • "Guerra e Paz", Liev Tolstói. (Meu livro de cabeceira neste momento, uma leitura surpreendente);


  • "A Religiosa", Denis Diderot (Amei);


  • "Ilusões Perdidas", Balzac.